April 8, 2008 9:41 pm
Recentemente presenciei uma n00bagem sem tamanho, das maiores que eu já vi na internet e que não foram publicadas no pérolas do orkut hehe. O lance é que graças ao advento da maldita inclusão digital e da popularidade das redes sociais, hoje em dia qualquer macaco pode criar um fake. E não há nada de mal nisso, há?
Tecnicamente não deveria haver nada de ruim em ser um fake, afinal ele existe ou para fuçar outros amiguinhos ou para infernizar amiguinhos. De qualquer forma o fake serve exclusivamente para esconder a cara do imbecil que o controla, certo? Sendo assim, se a identidade do fake for revelada e o dono do fake for facilmente descoberto, a existência do fake é inútil, graças a incompetência do dono, ok? Isso é deveras vergonhoso. Provavelmente o dono do fake deve sentir vontade de sumir da realidade.
Tendo isso em vista, usarei exemplos da realidade para mostrar a vocês o que vocês não devem fazer ao criar e usar um fake.
Bom, vamos as regras óbvias:
- Nunca crie um fake um e-mail que tenha seu nome.
- Nunca crie um fake um e-mail que tenha seu nome, que seja pessoal, de uso comum seu. Não seja imbecil. Repita isso como um mantra.
- Não entre em comunidades que o seu perfil original está. Ninguém é tão imbecil quanto você pensa, pequeno gafanhoto, e logo as pessoas vão associar você ao fake. Aliás, só faça isso se quiser incriminar alguém (6).
- A regra 3 é amplamente aplicada a gostos, costumes, manias de escrita, etc. Não seja "você" enquanto usa seu fake para infernizar os outros. Se está desocupado o bastante para fazer isso, ao menos se dê o trabalho de não se parecer nem um pouco com você mesmo e evitar que te desmascarem.
- Se mentir uma vez, mantenha essa mentira. Ou seja, minta pouco mas minta bem. Nada melhor do que uma mentira mal contada para desmascarar um fake.
Passadas as regras básicas, vamos a exemplos da vida real:
Recentemente um fake surgiu numa comunidade aleatória da qual participo ativamente no orkut. Não que seja novidade aparecerem fakes por aquelas bandas, mas o que chamou atenção foi a facilidade do self-owned do pobre diabo. Chegou, xingou duas ou três pessoas e enfim, logo tropeçou no próprio pé e alguém sacou quem era o dono do fake… ou não.
O interessante desse caso é como foi a reação do imbecil. O efeito dominó começou quando algum outro fake (maledeto que roubou minha idéia) acusou o possível culpado (ou pelo menos amigo dos culpados).
A acusação foi feita num dia 14, como podemos ver aí na data.
Eis que começa o self-owned:
2 dias depois o próprio fake surge usando um jargão de viado, afirmando que não era o fake do acusado. Hm, estranho.

E então os amigos do acusado decidem mostrar que o e-mail (que pode ser trocado a qualquer momento no orkut) não é o do acusado. Ok…
Até aí nada de errado se ninguém analisar muito profundamente isso, right? Então vamos para o xeque-mate:
Bom, foi uma boa observação de nosso amigo fake II. O cara (ou mulher, vai saber… hehe) conseguiu, numa tacada só, fazer tudo o que um fake NÃO deve fazer.
A) Xingar ou referir-se a si mesmo repetidas vezes, caso seu profile original participe da mesma comunidade que seu fake.
B) Quando viu que a bomba estourou, se preocupou em adicionar todos os membros da comunidade para provar que não era o acusado. Mas… perae: Se você fosse um fake e tivesse um infeliz sendo acusado em seu lugar, você ficaria feliz em não ter ninguém na sua cola desconfiando de você, certo? Então ter uma vítima para ser acusada de ser seu fake é bom, não? Claro que é. Mas o babaca não se ligou nisso. Parabéns!
Então caros desocupados, atentem a estes detalhes quando forem se dar ao luxo de fazerem um fake para o que quer que seja. Se não souber disfarçar, use o que melhor sabefazer: fique quieto.
Ah esses usuários… o que seria de mim se não existisse usuários para me fazerem rir?








